“O Asinhas ” vem divulgar alguns dados relativos ao empréstimo domiciliário efetuado durante o mês de novembro, assim:
• Nº de requisições: 209
• Nº de alunos envolvidos: 104
• Autor + lido: Aline Pétigny, com 15 empréstimos
• Título + lido: O tapete voador da Mimi e os dinossauros com 4 empréstimos
• Leitor +:
Daniel Castro,
David Gonçalves,
Gonçalo Silva,
Hugo Patrão,
Íris Chan,
Jayne Mourato,
João Pedro Gomes,
Maria José Patatas,
Samirah Valimammade,
todos alunos do 4º ano, turma A (da professora Luciana) e turma B (da professora Margarida) com 4 livros emprestados
• Turma + leitora: 3º B (da professora Sandra Freitas), com 51 empréstimos.
“O Asinhas” felicita os alunos e as respectivas docentes que tão bem os motivaram para o prazer da leitura.
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
domingo, 27 de novembro de 2011
Fado: Património Imaterial da Humanidade
(Fado, José Malhoa)
Hoje, o Fado, é Património Imaterial da Humanidade, segundo decisão tomada em Bali, na Indonésia, durante o VI Comité Intergovernamental da Organização da ONU, para a Educação, Ciência e Cultura – UNESCO.
O Fado é, hoje em dia, um símbolo mundialmente reconhecido de Portugal, que embora adquira diversas formas consoante seja cantado no Porto, em Coimbra ou em Lisboa, é, por direito próprio, a expressão da alma portuguesa, "faz parte da nossa Cultura, está nas nossas raízes populares, e de uma forma espantosa tem sido capaz de transmitir emoções e sentimentos, mesmo a quem não entende a nossa língua", remata o comunicado.
Quanto à sua origem são várias as explicações, porém todos os estudiosos garantem que esta remonta há muitos séculos atrás.
A explicação que reúne maior consenso, pelo menos em relação ao fado de Lisboa, é de que este teria nascido a partir dos cânticos dos Mouros, que permaneceram nos arredores da cidade mesmo após a reconquista Cristã. A dolência e a melancolia daqueles cantos, que é tão comum no Fado, estaria na base dessa explicação.
Há no entanto quem diga que na realidade o fado entrou em Portugal, mais uma vez pela porta de Lisboa, sob a forma do Lundum, uma música dos escravos brasileiros, que teria chegado até nós através dos marinheiros vindos das suas longas viagens, cerca de 1822. Só após algum tempo é que o Lundum se foi modificando, até se ter transformado no nosso Fado. A suportar esta hipótese está o facto de que as primeiras músicas dentro do género estavam ligadas não só ao mar como às terras para lá daquele, onde habitavam os escravos. Veja-se o exemplo de uma das músicas cantadas por Amália Rodrigues, chamada “O Barco Negro”, que fala precisamente de uma sanzala.
Uma outra hipótese considerada remonta o nascimento do fado à idade média, à época dos trovadores e dos jograis. Já nessa altura se encontravam nas músicas características que ainda hoje o fado conserva. Por exemplo, as cantigas de amigo, que eram os amores cantados por uma mulher, têm grandes semelhanças com diversos temas do fado de Lisboa. As cantigas de amor, que eram cantadas pelo homem para uma mulher, parecem encontrar parentesco no Fado de Coimbra, onde os estudantes entoam as suas canções debaixo da janela da amada. Temos ainda, da mesma época, as cantigas de sátira, ou de escárnio e mal dizer, que são ainda hoje mote tão frequente do fado, em críticas políticas e sociais.
De qualquer modo, o fado parece ter surgido primeiramente em Lisboa e Porto, sendo depois transportado para Coimbra através dos estudantes Universitários (já que Coimbra foi, durante muitos anos, a cidade Universitária por excelência), e tendo aí adquirido características bastante diferentes.
Este reconhecimento constitui um motivo de orgulho para todos os portugueses: a partir deste momento, o fado é reconhecido como um Património de toda a Humanidade, um valor inestimável no presente e uma herança cultural importante para as gerações futuras.
Fonte consultada:Fado – A Alma de um Povo disponível em URL http://paginas.fe.up.pt/~fado/por/index-port.html
O asinhas deixa aqui a sua homenagem a duas mulheres fundamentais para este reconhecimento.
A Amália Rodrigues, voz intemporal, que levou esse cantar português além fronteiras e o deu a conhecer ao mundo. E também, a Mariza, embaixatriz da candidatura à UNESCO que, da mesma forma, enaltece este modo de ser Português.
Hoje, o Fado, é Património Imaterial da Humanidade, segundo decisão tomada em Bali, na Indonésia, durante o VI Comité Intergovernamental da Organização da ONU, para a Educação, Ciência e Cultura – UNESCO.
O Fado é, hoje em dia, um símbolo mundialmente reconhecido de Portugal, que embora adquira diversas formas consoante seja cantado no Porto, em Coimbra ou em Lisboa, é, por direito próprio, a expressão da alma portuguesa, "faz parte da nossa Cultura, está nas nossas raízes populares, e de uma forma espantosa tem sido capaz de transmitir emoções e sentimentos, mesmo a quem não entende a nossa língua", remata o comunicado.
Quanto à sua origem são várias as explicações, porém todos os estudiosos garantem que esta remonta há muitos séculos atrás.
A explicação que reúne maior consenso, pelo menos em relação ao fado de Lisboa, é de que este teria nascido a partir dos cânticos dos Mouros, que permaneceram nos arredores da cidade mesmo após a reconquista Cristã. A dolência e a melancolia daqueles cantos, que é tão comum no Fado, estaria na base dessa explicação.
Há no entanto quem diga que na realidade o fado entrou em Portugal, mais uma vez pela porta de Lisboa, sob a forma do Lundum, uma música dos escravos brasileiros, que teria chegado até nós através dos marinheiros vindos das suas longas viagens, cerca de 1822. Só após algum tempo é que o Lundum se foi modificando, até se ter transformado no nosso Fado. A suportar esta hipótese está o facto de que as primeiras músicas dentro do género estavam ligadas não só ao mar como às terras para lá daquele, onde habitavam os escravos. Veja-se o exemplo de uma das músicas cantadas por Amália Rodrigues, chamada “O Barco Negro”, que fala precisamente de uma sanzala.
Uma outra hipótese considerada remonta o nascimento do fado à idade média, à época dos trovadores e dos jograis. Já nessa altura se encontravam nas músicas características que ainda hoje o fado conserva. Por exemplo, as cantigas de amigo, que eram os amores cantados por uma mulher, têm grandes semelhanças com diversos temas do fado de Lisboa. As cantigas de amor, que eram cantadas pelo homem para uma mulher, parecem encontrar parentesco no Fado de Coimbra, onde os estudantes entoam as suas canções debaixo da janela da amada. Temos ainda, da mesma época, as cantigas de sátira, ou de escárnio e mal dizer, que são ainda hoje mote tão frequente do fado, em críticas políticas e sociais.
De qualquer modo, o fado parece ter surgido primeiramente em Lisboa e Porto, sendo depois transportado para Coimbra através dos estudantes Universitários (já que Coimbra foi, durante muitos anos, a cidade Universitária por excelência), e tendo aí adquirido características bastante diferentes.
Este reconhecimento constitui um motivo de orgulho para todos os portugueses: a partir deste momento, o fado é reconhecido como um Património de toda a Humanidade, um valor inestimável no presente e uma herança cultural importante para as gerações futuras.
Fonte consultada:Fado – A Alma de um Povo disponível em URL http://paginas.fe.up.pt/~fado/por/index-port.html
O asinhas deixa aqui a sua homenagem a duas mulheres fundamentais para este reconhecimento.
A Amália Rodrigues, voz intemporal, que levou esse cantar português além fronteiras e o deu a conhecer ao mundo. E também, a Mariza, embaixatriz da candidatura à UNESCO que, da mesma forma, enaltece este modo de ser Português.
sábado, 12 de novembro de 2011
Painel Coletivo: “A Biblioteca da minha Escola é…”
Durante o mês de outubro e no âmbito das comemorações do Mês Internacional das Bibliotecas Escolares os docentes e alunos da escola mobilizaram-se na criação de um painel coletivo.
Os alunos do 1ºCEB e do Jardim de Infância foram convidados a completar a frase: “A Biblioteca da minha escola é..”, refletindo, assim, sobre o significado e a importância da biblioteca escolar.
Destaca-se as seguintes opiniões formuladas pelos alunos que consideram:
«… Um local de silêncio, um lugar onde gosto de estar sozinho, ou com amigos, a aprender»
(Turma 1º B)
«… Um local onde ouvimos histórias bonitas e palavras novas»
(Turma 3º B)
«A Biblioteca da minha escola é um local de silêncio, um local de sabedoria, mas principalmente um local com muitos livros de escritores, que vivos ou mortos, vão continuar a ser muito importantes»
(Turma 4ºA)
« A Biblioteca é uma grande aventura num tapete voador. Na biblioteca adquirimos conhecimentos. É aprender e crescer»
(Turma 4º B)
Fica aqui o registo do trabalho final e um pequeno pormenor:
Os alunos do 1ºCEB e do Jardim de Infância foram convidados a completar a frase: “A Biblioteca da minha escola é..”, refletindo, assim, sobre o significado e a importância da biblioteca escolar.
Destaca-se as seguintes opiniões formuladas pelos alunos que consideram:
«… Um local de silêncio, um lugar onde gosto de estar sozinho, ou com amigos, a aprender»
(Turma 1º B)
«… Um local onde ouvimos histórias bonitas e palavras novas»
(Turma 3º B)
«A Biblioteca da minha escola é um local de silêncio, um local de sabedoria, mas principalmente um local com muitos livros de escritores, que vivos ou mortos, vão continuar a ser muito importantes»
(Turma 4ºA)
« A Biblioteca é uma grande aventura num tapete voador. Na biblioteca adquirimos conhecimentos. É aprender e crescer»
(Turma 4º B)
Fica aqui o registo do trabalho final e um pequeno pormenor:
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Lançamento do 3º concurso subordinado ao tema "Com o novo acordo ortográfico, como se escreve"?
O Asinhas lançou hoje a terceira edição do concurso "Com o novo acordo ortográfico, como se escreve?", no qual espera envolver todos os alunos do 3º e 4º anos, bem como a respectiva família.
Este concurso decorrerá até dia 18 de novembro.
Não te esqueças de consultar, se tiveres dificuldades, o guia para a nova grafia do português que o asinhas publicou no dia 21 de outubro.
Participa!
Boa sorte!
Este concurso decorrerá até dia 18 de novembro.
Não te esqueças de consultar, se tiveres dificuldades, o guia para a nova grafia do português que o asinhas publicou no dia 21 de outubro.
Participa!
Boa sorte!
terça-feira, 8 de novembro de 2011
BiblioPaper - À Descoberta da Biblioteca Escolar
Durante o mês de outubro até à presente data procedeu-se à realização de sessões de formação de utilizadores, que envolveu os alunos de todas as turmas de 3º e 4º anos.
Esta atividade tomou a forma de um jogo de descoberta da Biblioteca Escolar, a que se deu o nome de BiblioPaper, no qual se pretendeu fomentar a autonomia dos alunos nas diferentes áreas que constituem a biblioteca escolar e formar utilizadores conscientes e autónomos.
Para esse efeito, os alunos de cada turma foram divididos em quatro ou cinco equipas, tiveram que percorrer todas as zonas funcionais da biblioteca para encontrar as respostas às questões formuladas no guião.
Assim consultaram livros, DVDs, o regimento e o blogue da biblioteca, além de outras pesquisas realizadas com recurso à internet.
Salienta-se a apreciação positiva efetuada pelos alunos que consideraram esta atividade divertida e que os ajudou a conhecer melhor a biblioteca e a organização dos documentos em diferentes suportes.
Fica aqui o registo de algumas imagens:
À Procura do livro
Realização da consulta do livro
Pesquisa no DVD
Consulta do Regimento da Biblioteca
Utilização do computador
Esta atividade tomou a forma de um jogo de descoberta da Biblioteca Escolar, a que se deu o nome de BiblioPaper, no qual se pretendeu fomentar a autonomia dos alunos nas diferentes áreas que constituem a biblioteca escolar e formar utilizadores conscientes e autónomos.
Para esse efeito, os alunos de cada turma foram divididos em quatro ou cinco equipas, tiveram que percorrer todas as zonas funcionais da biblioteca para encontrar as respostas às questões formuladas no guião.
Assim consultaram livros, DVDs, o regimento e o blogue da biblioteca, além de outras pesquisas realizadas com recurso à internet.
Salienta-se a apreciação positiva efetuada pelos alunos que consideraram esta atividade divertida e que os ajudou a conhecer melhor a biblioteca e a organização dos documentos em diferentes suportes.
Fica aqui o registo de algumas imagens:
À Procura do livro
Realização da consulta do livro
Pesquisa no DVD
Consulta do Regimento da Biblioteca
Utilização do computador
sábado, 5 de novembro de 2011
Empréstimo Domiciliário - mês de outubro
“O Asinhas ” vem divulgar alguns dados relativos ao empréstimo domiciliário efetuado durante o mês de outubro, assim:
• Nº de requisições: 122
• Nº de alunos envolvidos: 83
• Autor + lido: Aline Pétigny, com 9 empréstimos
• Título + lido: Camila vai à praia, com 3 empréstimos
• Leitor +: Rafael Carreira e Rita Figueiredo, ambos os alunos do 4º ano, turma A (da professora Luciana), com 3 livros emprestados
• Turma + leitora: 3º A (da professora Fátima), com 43 empréstimos.
“O Asinhas” felicita os alunos e as respectivas docentes que tão bem os motivaram para o prazer da leitura.
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Resultados do 2º Concurso "Com o novo acordo ortográfico, como se escreve"?
A segunda edição deste concurso suscitou maior entusiasmo e adesão.
Participaram 40 alunos repartidos por três turmas 4º A, 3º B e 3º/4º C, tendo sido 15 os concorrentes do 4º ano e 25 os do 3º ano.
O vencedor desta segunda edição foi a aluna Márcia Simões, do 4ºano, turma A, que respondeu corretamente a todas as questões.
O asinhas congratula-se com este resultado e felicita a vencedora, assim como agradece o envolvimento das docentes Luciana Gonçalves e Sandra Freitas, que motivaram os seus alunos a participarem neste concurso.
Eis a solução do desafio:
1 º O intruso é a palavra “acção” (passou a escrever-se “ação”)
2.º pelo
autoestrada
correto
3º “ Em dezembro, o João Inverno foi ao norte do país fazer as compras de Natal.”
Participaram 40 alunos repartidos por três turmas 4º A, 3º B e 3º/4º C, tendo sido 15 os concorrentes do 4º ano e 25 os do 3º ano.
O vencedor desta segunda edição foi a aluna Márcia Simões, do 4ºano, turma A, que respondeu corretamente a todas as questões.
O asinhas congratula-se com este resultado e felicita a vencedora, assim como agradece o envolvimento das docentes Luciana Gonçalves e Sandra Freitas, que motivaram os seus alunos a participarem neste concurso.
Eis a solução do desafio:
1 º O intruso é a palavra “acção” (passou a escrever-se “ação”)
2.º pelo
autoestrada
correto
3º “ Em dezembro, o João Inverno foi ao norte do país fazer as compras de Natal.”
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