Muitos mimos, muitas leituras, muitas luzes, muitos doces...
sexta-feira, 18 de dezembro de 2015
segunda-feira, 16 de novembro de 2015
Visita de autor _ A Joana e o Pedro vieram à BE
No âmbito da ação Outubro nas Bibliotecas Escolares, da Biblioteca Municipal José Saramago de Loures, tivemos a visita da Joana e do Pedro, que nos trouxeram A Família Calorias... Todos falámos sobre os bons e maus hábitos alimentares, cantámos e divertido-nos... que boa experiência!!!
Os autores levaram as nossas ilustrações. Espreitem!!!!
Os autores levaram as nossas ilustrações. Espreitem!!!!
segunda-feira, 2 de novembro de 2015
E agora… Senhoras e Senhores, meninas e meninos… Apresentamos o 1ºA e o 1ºB!…
TUMTURUMRUM!!!
variações em vermelho
segunda-feira, 26 de outubro de 2015
SETE RAZÕES PARA LER COM AS CRIANÇAS
1. Ouvir ler em voz alta, ler em conjunto, conversar sobre livros desenvolve a inteligência e a imaginação.
2. Os livros enriquecem o vocabulário e a linguagem.
3. As imagens, as informações e ideias dos livros alargam o conhecimento do mundo.
4. Quem tem o hábito de ler conhece-se melhor a si próprio e compreende melhor os outros.
5. Ler em conjunto é divertido e reforça o prazer do convívio.
6. Os laços afetivos entre as crianças e os adultos tornam-se mais fortes.
7. A leitura torna as crianças mais calmas, ajuda-as a ganhar autoconfiança e poder de decisão.
(Extraído do site da CONFAP – Confederação Nacional das Associações de Pais)
segunda-feira, 19 de outubro de 2015
quarta-feira, 2 de abril de 2014
HOJE É O DIA INTERNACIONAL DO LIVRO INFANTIL
Cartaz criado Ana Biscaia
vencedora do Prémio Nacional de Ilustração no ano passado.
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O Dia Internacional do Livro Infantil comemora-se no dia de nascimento de Hans Christian Andersen, escritor dinamarquês que inventou muitas e muitas histórias para crianças.
Aqui fica a mensagem deste ano, divulgada pelo IBBY (The International Board on Books for Young People). É uma carta dirigida às crianças, assinada pela escritora irlandesa Siobhán Parkinson e traduzida para português por Maria Carlos Loureiro (da Direcção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas).
Carta às crianças de todo o mundo
Os leitores perguntam muitas vezes aos escritores como é que escrevem as suas histórias – de onde vêm as ideias? Da minha imaginação, responde o escritor. Ah, sim, dizem os leitores. Mas onde fica a imaginação, de que é que ela é feita, e será que temos uma?
Bem, diz o escritor, fica na minha cabeça, claro, e é feita de imagens e palavras e vestígios de outras histórias e palavras e fragmentos de coisas e melodias e pensamentos e rostos e monstros e formas e palavras e ondas e arabescos e paisagens e palavras e perfumes e sentimentos e cores e ritmos e pequenos cliques e flashes e sabores e explosões de energia e enigmas e brisas e palavras. E fica tudo a girar lá dentro e a cantar e a parecer um caleidoscópio e a flutuar e a pousar e a pensar e a arranhar a cabeça.
Claro que todos temos uma imaginação: se assim não fosse, não seríamos capazes de sonhar. Contudo, nem todas as imaginações são feitas das mesmas coisas. A imaginação dos cozinheiros tem sobretudo paladares, e a dos artistas mais cores e formas. Mas a imaginação dos escritores está cheia de palavras.
E nos leitores e ouvintes das histórias, as imaginações fazem-se com palavras também. A imaginação do escritor trabalha e gira e molda ideias e sons e vozes e personagens e acontecimentos numa história, e a história é apenas feita de palavras, batalhões de rabiscos que marcham ao longo das páginas. E depois chega o leitor e os rabiscos ganham vida. Ficam na página, parecem ainda rabiscos, mas também brincam com a imaginação do leitor, e o leitor começa igualmente a desenhar e a rodar as palavras de modo a que a história se crie agora na sua cabeça, tal como tinha acontecido na cabeça do escritor.
É por isso que o leitor é tão importante para a história como o escritor. Há apenas um escritor para cada história, mas há centenas ou milhares ou mesmo milhões de leitores, na própria língua do escritor ou traduzida para muitas línguas. Sem o escritor, a história nunca terá nascido; mas sem os milhares de leitores em todo o mundo, a história não viveria todas as vidas que pode viver.
Cada leitor de uma história tem alguma coisa em comum com os outros leitores da mesma história. Separadamente, mas também em conjunto, eles recriam a história do escritor com a sua própria imaginação: um acto ao mesmo tempo privado e público, individual e colectivo, íntimo e internacional. Isto deve ser aquilo que o ser humano faz melhor.
Continua a ler!
Siobhán Parkinson
in blogue letra pequena
http://blogues.publico.pt/letrapequena/2014/04/02/um-dia-especial-para-os-novos-leitores/
http://blogues.publico.pt/letrapequena/2014/04/02/um-dia-especial-para-os-novos-leitores/
segunda-feira, 3 de março de 2014
GERONIMO STILTON
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